Livro de Mórmon
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O processo exato pelo qual o Livro de Mórmon foi traduzido é conhecido somente por Joseph Smith. Ele descreveu somente como “o dom e poder de Deus.” Existem muitas teorias feitas por aqueles que não acreditam no livro sobre como ele poderia ter escrito esse livro sozinho; e várias outras pessoas que acreditam e consideram que isso foi ditado pela vontade do Senhor, ou se Joseph teve alguma ajuda para interpretar o que viu pelo Urim e Tumim.
Pelos relatos contemporâneos de outros, incluindo sua esposa, Emma, Oliver Cowdery, e Martin Harris, todos que atuavam como escritores durante a tradução, é possível colocar algumas idéias de como o processo de tradução teria sido. Joseph Smith primeiro aprendeu sobre a existência das placas de ouro por meio de um anjo em 1823. Em 1827 foi confiado a ele as placas de ouro e ele foi encarregado com a missão de traduzi-las e entregar sua mensagem ao mundo. Enterrado com as placas estavam o Urim e Tumim, os instrumentos preparados para auxiliar na tradução. Cada testemunha parece ter tido um diferente relato do método pelo qual a tradução foi feita, sendo que elas podem estar corretas, até porque a história sugere que Joseph Smith teve dificuldades para encontrar o melhor método para fazer as traduções. Um dos relatos fala sobre Joseph estar usando o peitoral e o Urim e Tumim e olhando diretamente ao Urim e Tumim através de um arco de prata. |
Outra maneira muito conhecida fala sobre Joseph colocando as pedras videntes e olhando dentro de um chapéu para que impedisse a luz de sair. As placas eram mantidas cobertas enquanto usavam esse método. O que Joseph estava vendo através das pedras ou videntes era a especulação de seus escritores e também daqueles com que ele se relacionava durante as conversas. Cada escritor que Joseph usava citou que ele narrava uma sentença por vez, soletrando palavras e nomes se ele não sabia a maneira correta de pronunciá-las, e então eles repetiam de volta para que ele as confirmassem.
A linguagem para escrever o Livro de Mórmon é usada na Versão da Bíblia do Rei Tiago, aquela em que Joseph leu e era familiar com ela, e continham elementos do dialeto de Nova Iorque de 1830. Assim pareceu que Joseph Smith era bem instrumental em formular a linguagem. Alguns que o conheciam durante o período de tradução supõem que ele realmente via as palavras em Inglês, mas se esta era uma manifestação física ou mental ninguém sabe. Os detalhes sobre a tradução do Livro de Mórmon irão continuar sendo mistérios, mas pelo processo observado por outros, e pelo período de tempo em que a tradução foi completada (dois meses), este foi um esforço super natural.



